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[Conteúdo] A Vitória-régia ao redor do mundo

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No século XIX, a Vitória-régia chamou a atenção do botânico inglês John Lindley que publicou sua descoberta em outubro de 1837. 

Lindley deu à planta o nome botânico de Victoria Regia, em homenagem à rainha Victoria. Em 1832, Eduard Poeppig havia nomeado a espécie como Euryale amazonica por conta de sua semelhança com a Euryale ferox. Naquela época, a planta passou a ser cultivada nos jardins botânicos da Europa. 

As folhas arredondadas de uma das maiores plantas aquáticas do mundo, pode alcançar 2m de diâmetro e são protegidas pelas bordas, que voltadas para cima, alcançam entre 5 e 10cm de altura. Esta face externa também possui minúsculos poros que evitam o acúmulo de água da chuva. Na face interna estão as longas raízes com acúleos, um tipo de espinho cheios de ar. Isso a mantém sobre a água. Na natureza, a vitória-régia ocorre por toda a região amazônica em águas paradas de lagos e paranás de rios de águas barrentas.

Recolhemos imagens de Vitórias-régias espalhadas por jardins e parques públicos entre o fim do séc XIX e o início do séc XX ao redor do mundo.

Palácio de Cristal, Londres, 1851.
Jardim Botânico de Uidapur, Índia, 1860-70. Coleção do METMuseum.
Fotógrafo: Samuel White Sweet, Jardim Botânico de Adelaide, Austrália, 1885.
Exposição Universal de Paris: exposição brasileira – Vitória-régia, 1889. Acervo Arquivo Nacional.
Fotógrafo: Demerara, 1890. © MS Am 2211 (7), Houghton Library, Harvard University.
Fotógrafo: Frank HegeSalem, Carolina do Norte, 1892.
Fotógrafo: EW Carter. Parque St. Paul, Minnesota. 1900.
Casa Vitoriana, Budapeste, 1905.
Fotógrafo: Oswald Lubeck. Castleton Botanical Gardens, Kingston, Jamaica, 1910.
Jardim Botânico de Java, Indonésia, 1916. © Collectie Stichting Nationaal Museum van Wereldculturen.
Fotógrafo: Oswald Lubeck. Alemanha, 1930. Deutsche Fotothek.
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, Brasil, 1930.
Jardim Botânico de Amsterdã (Buitenzorg), 1936. © Collectie Stichting Nationaal Museum van Wereldculturen
  Conteúdo relacionado ao capítulo 7, Arquiplantas.
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