curta-circuito
Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas
Por ubu
/ "ubu em curso"
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aula 1
Nessa aula, Guilherme Wisnik propõe uma reflexão sobre o estado contemporâneo do mundo, cruzando leituras da arquitetura, das artes visuais, da tecnologia e da política, nas quais os acontecimentos brasileiros estão inseridos em um panorama mundial. Wisnik aponta para a translucidez de fachadas e ambientes imersivos feitos de luz e de fumaça como características marcantes da arquitetura e de trabalhos de arte produzidos nos dias de hoje.
Guilherme Wisnik
Arquiteto, ensaísta, compositor, e professor livre-docente na fau-usp. Autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009) e Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu, 2018), também foi curador Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013) e recebeu o Prêmio Destaque 2018 da Associação Brasileira de Críticos de Arte (abca) em 2019.
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aula 2
Nesse segundo encontro, Guilherme Wisnik argumenta que o enevoamento da percepção, identificado na arquitetura e nas artes visuais, a rebaixada da dominância da visão em relação a outros sentidos, corresponde à sensibilidade de um mundo regido por nuvens: nuvens digitais de informação (cloud computing), e nuvens de capital financeiro, que se movem como enxames, evitando todas as formas de fixidez e de estabilidade.
Guilherme Wisnik
Arquiteto, ensaísta, compositor, e professor livre-docente na fau-usp. Autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009) e Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu, 2018), também foi curador Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013) e recebeu o Prêmio Destaque 2018 da Associação Brasileira de Críticos de Arte (abca) em 2019.
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aula 3
Guilherme Wisnik responde, dentre outras questões, quanto à noção de vários níveis de transparência e do uso de diversos materiais, para além do vidro, para esse fim; quanto ao uso radical da transparência como uma espécie de exposição do sujeito e as intenções que permeiam o uso de vidros jateados, leitosos e de fumaça, esclarecendo se podem ser pensadas com auxílio da psicanálise.
Guilherme Wisnik
Arquiteto, ensaísta, compositor, e professor livre-docente na fau-usp. Autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009) e Dentro do nevoeiro: arquitetura, arte e tecnologia contemporâneas (Ubu, 2018), também foi curador Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (2013) e recebeu o Prêmio Destaque 2018 da Associação Brasileira de Críticos de Arte (abca) em 2019.












