curta-circuito
Transformações sentidas: uma leitura sobre “Happycracia”
Por ubu
/ "ubu em curso"
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aula 1
Nessa aula, Túlio Custódio tem como base o trabalho de Eva Illouz e Edgar Cabanas em “Happycracia: fabricando cidadãos felizes”, que possibilita um mergulho no universo crítico do controle de afetos que atravessam diversas esferas da vida na atualidade, passando por alguns dos elementos principais do livro e por tópicos elementares para discutir como afetos são colocados na mesa na atual realidade.
Túlio Custódio
Doutorando em Sociologia (Universidade de São Paulo), com linha de pesquisa sobre Subjetividade no Neoliberalismo. Mestrado em Sociologia pela USP, com tema de Intelectuais Negros. Tem experiência na área de Ciência Política e Sociologia, com ênfase em Sociologia dos Intelectuais e Sociologia das Relações Raciais, atuando principalmente na pesquisa científica sobre Intelectuais Negros. Experiência de pesquisa internacional, com bolsa financiada pela CAPES/ FIPSE, em Vanderbilt University (2006). Co-fundador do projeto Escola Comum. Atua como curador de conhecimento na empresa Inesplorato. Desenvolve pesquisas sobre racismo, gênero, classes e sistema capitalista financeiro, modernidade, individualidade, tecnologia e culturas brasileiras. Escreve em meios como Justificando (CartaCapital), HuffPost, Revista Galileu, Medium entre outros.
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aula 2
Nesse segundo encontro, Túlio Custódio ressalta os processos que alimentam o que é denominado “deterioração subjetiva”, produzida pelo capital, para além dos discursos que dão sentido para a racionalidade neoliberal e da forma como ela se apropria das subjetividades, moldando sujeitos cada vez mais suscetíveis para trabalho e consumo, temas também muito presentes na obra de Illouz e Cabanas.
Túlio Custódio
Doutorando em Sociologia (Universidade de São Paulo), com linha de pesquisa sobre Subjetividade no Neoliberalismo. Mestrado em Sociologia pela USP, com tema de Intelectuais Negros. Tem experiência na área de Ciência Política e Sociologia, com ênfase em Sociologia dos Intelectuais e Sociologia das Relações Raciais, atuando principalmente na pesquisa científica sobre Intelectuais Negros. Experiência de pesquisa internacional, com bolsa financiada pela CAPES/ FIPSE, em Vanderbilt University (2006). Co-fundador do projeto Escola Comum. Atua como curador de conhecimento na empresa Inesplorato. Desenvolve pesquisas sobre racismo, gênero, classes e sistema capitalista financeiro, modernidade, individualidade, tecnologia e culturas brasileiras. Escreve em meios como Justificando (CartaCapital), HuffPost, Revista Galileu, Medium entre outros.












