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Morte e vida Macunaíma

Por ubu

/ "ubu em curso"

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    aula 1

    Nessa aula, “Vida e morte”, Eduardo Sterzi analisa a dialética – entre o império da morte e a teimosia da vida, e entre o itinerário singular do herói e o destino coletivo do seu povo – encontrada em “Macunaíma, o herói sem nenhum caráter”. Sterzi traça a semelhança entre essa dialética e a da obra “Morte e vida severina” de forma crítica, comparando os retratos do império da morte em ambas.

    Eduardo Sterzi

    Possui graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 1994), mestrado em Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, 2000) e doutorado em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2006). Realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e na Università degli Studi di Roma "La Sapienza". Desde 2012, é professor de Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP e, entre 2016 e 2020, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Teoria e História Literária da mesma universidade.

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    aula 2

    Nesse segundo encontro, “Morte e vida”, Eduardo Sterzi faz uma leitura de episódios exemplares da obra e propõe uma “Morte e vida Macunaíma” ao comparar as obras de João Cabral de Melo Neto e de Mário de Andrade, buscando examinar como a dialética, comum a ambos, liga dois momentos decisivos – estética e politicamente – da literatura brasileira, através da atenção conferida a povos menores que “remorrem” e “revivem” nas margens do “povo brasileiro”.

    Eduardo Sterzi

    Possui graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 1994), mestrado em Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, 2000) e doutorado em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2006). Realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e na Università degli Studi di Roma "La Sapienza". Desde 2012, é professor de Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP e, entre 2016 e 2020, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Teoria e História Literária da mesma universidade.

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    aula 3

    Eduardo Sterzi responde, dentre outras questões, quanto ao conhecimento extenso de Mário da mitologia indígena, de onde veio seu contato com os mitos dos quais faz uso em “Macunaíma”, comentando sobre as obras alemãs com as quais Mário teve contato, sendo um dos poucos dentro do quadro do modernismo brasileiro que lia alemão; e à bibliografia utilizada no curso.

    Eduardo Sterzi

    Possui graduação em Comunicação Social/Jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 1994), mestrado em Teoria da Literatura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS, 2000) e doutorado em Teoria e História Literária pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, 2006). Realizou pesquisas de pós-doutorado na Universidade de São Paulo (USP) e na Università degli Studi di Roma "La Sapienza". Desde 2012, é professor de Teoria Literária no Instituto de Estudos da Linguagem da UNICAMP e, entre 2016 e 2020, foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Teoria e História Literária da mesma universidade.

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