curta-circuito
Introdução ao pensamento de Peter Sloterdijk
Por Ubu editoria
/ "ubu em curso"
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- aula 1
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aula 1
Nessa aula, “A ontologia do íntimo de Esferas I e os achados clínicos de Donald Winnicott”, Juliano Garcia Pessanha introduz alguns conceitos do filósofo que renovou o pensamento alemão, Peter Sloterdijk, ressaltando sua importância no que diz respeito a, por exemplo, o vocabulário filosófico e ao jargão e linguagem já esgotadas na atualidade, traçando relações com os conceitos de Donald W. WInnicott e Bruno Latour, em "Diante de Gaia".
Juliano Garcia Pessanha
Nasceu em São Paulo em 1962. Após abandonar o curso de direito no Largo São Francisco, graduou-se em filosofia. É mestre em psicologia (PUC-SP) e doutor em filosofia (USP). Lançou em 2018 os livros Recusa do não-lugar (Ubu) e Epigramas recheados de cicuta, coautoria com Evandro Affonso Ferreira. Autor também de Sabedoria do nunca (1999), Ignorância do sempre (2000), Certeza do agora (2002) e Instabilidade perpétua (2009), publicados pela Ateliê Editorial. Recebeu o prêmio Nascente (Abril-USP) nas categorias poesia e ficção, em 1997, e o Grande Prêmio da Crítica da APCA na categoria Literatura (2015) por Testemunho transiente, reunião de sua tetralogia pela Cosac Naify. Sua obra é marcada por um hibridismo de gêneros, entre eles, ensaio, conto, aforismo, heterobiografia e heterotanatografia. Tece estreito diálogo com a literatura, a filosofia e a psicanálise, em busca de dizer as coisas em registros múltiplos de enunciação. É professor e dirige grupos de estudo de filosofia. Em 2021 será lançado o seu primeiro romance, O filósofo no porta luvas, pela Todavia.
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aula 2
Nesse segundo encontro, “As imunidades pré-metafísicas, metafísicas e modernas”, Juliano Garcia Pessanha apresenta como o pensamento imunológico de Peter Sloterdijk dialoga com o de Bruno Latour. Pessanha analisa como Sloterdijk amplia o vocabulário filosófico e libera a filosofia do jargão do pensamento moderno da subjetividade e da virada para a linguagem; sua obra revelada incontornável para seguir pensando além dos automatismos e mantras já conhecidos.
Juliano Garcia Pessanha
Nasceu em São Paulo em 1962. Após abandonar o curso de direito no Largo São Francisco, graduou-se em filosofia. É mestre em psicologia (PUC-SP) e doutor em filosofia (USP). Lançou em 2018 os livros Recusa do não-lugar (Ubu) e Epigramas recheados de cicuta, coautoria com Evandro Affonso Ferreira. Autor também de Sabedoria do nunca (1999), Ignorância do sempre (2000), Certeza do agora (2002) e Instabilidade perpétua (2009), publicados pela Ateliê Editorial. Recebeu o prêmio Nascente (Abril-USP) nas categorias poesia e ficção, em 1997, e o Grande Prêmio da Crítica da APCA na categoria Literatura (2015) por Testemunho transiente, reunião de sua tetralogia pela Cosac Naify. Sua obra é marcada por um hibridismo de gêneros, entre eles, ensaio, conto, aforismo, heterobiografia e heterotanatografia. Tece estreito diálogo com a literatura, a filosofia e a psicanálise, em busca de dizer as coisas em registros múltiplos de enunciação. É professor e dirige grupos de estudo de filosofia. Em 2021 será lançado o seu primeiro romance, O filósofo no porta luvas, pela Todavia.












